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Não beba Brahma e Skol. Você pode engolir baratas!

DO Blog de Marcos D`Eça

Gera um misto de revolta, nojo e medo as imagens da vistoria que o Ministério Público, o Corpo de Bombeiros e a Vigilância Sanitária fizeram hoje na engarrafadora da Ambev no Maranhão.
É difícil acreditar que uma das maiores cervejarias do mundo – dona de marcas como Brahma, Antarctica, Skol, Stella Artois e Budweiser – tenha uma fábrica largada a ratos e baratas em São Luís.

Parece desrespeito e pouco caso com o povo do Maranhão, que consome seus produtos.
É na verdade, um crime, como definiu a promotora Lítia Cavalcanti. Um crime hediondo, diga-se de passagem, sobretudo pelo desrespeito ao povo maranhense.

As cervejas fabricadas nesta fábrica imunda estão contaminadas, conforme laudo do instituto de Criminalística. Até baratas foram encontradas nas garrafas.
– É muita barata e teia de aranha na área de engarrafamento. Até mofo tem – disse Lítia Cavalcanti, que prometeu nunca mais beber cerveja em garrafa.
Além do desrespeito ao povo maranhense, a situação de imundície da engarrafadora da Imbev é um atentado à própria imagem da cervejaria, que tenta se consolidar como uma das maiores do mundo.


Investe bilhões em outros países e trata uma cidade do seu país desse jeito, como se os bebedores maranhenses nenhuma importância tivesse para eles.

Por isso atenção leitor: Ao beber Brahma, Antarctica e Skol, verifique se elas foram engarrafadas aqui mesmo. Neste caso, você pode estar bebendo produto vencido.

Ou, pior, com baratas, aranhas ou urina de ratos…
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