Publicidade

Folha de São Paulo repercute matéria sobre ação do MP contra Maria de Fátima e Ricardo Murad

Ricardo Murad e Maria de Fátima Rodrigues são réus em ação do Ministério Público.

Ricardo Murad e Maria de Fátima Rodrigues são réus em ação do Ministério Público.

O jornal Folha de São Paulo, repercutiu uma notícia publicada em blogs de São Luís, sobre a Ação Civil, movida pelo Ministério Público (MP), contra a ex-procuradora-geral de Justiça, Maria de Fátima Rodrigues Travassos Cordeiro e o ex-secretário de estado da Saúde, Ricardo Murad.

Maria de Fátima é acusada de improbidade administrativa por ter supostamente livrado de um processo o cunhado da ex-governadora, Ricardo Murad. Segundo o MP, o favorecimento teria acontecido em 2011, quando Murad respondia a um processo acusado de formação de quadrilha e fraude em licitações.

O processo contra o ex-secretário referia-se ao período em que Ricardo Murad chefiou a Gerência de Desenvolvimento da Região Metropolitana de São Luís, em 2005. Anos depois ele se tornaria secretário de Roseana.

Maria de Fátima foi reconduzida ao cargo de procuradora-geral em 2010, um ano antes do suposto favorecimento, mesmo tendo ficado em segundo lugar na lista tríplice submetida pelo Ministério Público à governadora.

De acordo com ação, Maria de Fátima pediu ao Tribunal de Justiça que rejeitasse a denuncia contra Murad, que já havia sido aceita antes em juízo, “sem qualquer razão jurídica consentânea com o papel do Ministério Público” e “somente em relação a um dos acusados, sendo este seu amigo pessoal e notoriamente o responsável por sua recondução ao cargo que ocupava”.

“Aliás, tal amizade, vinculação e falta de independência [da então procuradora] é fato público e notório e de conhecimento de toda a sociedade”, diz a denúncia.

Murad também é réu no atual processo. Os promotores Tarcísio Bonfim e João Leonardo Leal pedem à Justiça que condene os réus à perda de função pública, suspensão dos direitos políticos, pagamento de multa e proibição de contratar com o governo.

Segundo a reportagem, os promotores não quiseram comentar a denúncia.

Busca