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É sofrência demais: Ricardo Murad chora em programa de TV

Depois de ter dito na campanha eleitoral, em praça pública e cheio da manguaça, que “ser oposição seria a treva, seria uma desgraça”, o boneco de Olinda, Ricardo Murad, apareceu resmungando numa entrevista em emissora de TV de sua propriedade, na cidade de Coroatá.

Lá pelas tantas, depois de abrir o verbo contra o novo governo, o passatempo preferido dele agora, Ricardo Murad caiu no choro. O boneco criticava as medidas tomadas pelo governador Flávio Dino na Saúde do Maranhão que põem fim ao esquema montado por Ricardo. “Ele está destruindo tudo que eu construi ao longo de seis anos, buáááá”, dizia cheio de lágrimas.

Quem assistia ao festival de horrores ficou na dúvida sobre os motivos do chororô, mas ninguém acreditou que pudesse ser de fato pelo que reclama Murad. Muitos acham que o cunhado da ex-governadora vislumbra a possibilidade de responder na Justiça pelos desmandos à frente da Secretaria de Saúde do Estado. Será que “a treva” se aproxima? Será que essa “treva” tem grades?

Contam alguns que tudo não passou de encenação com a ajuda de um colírio e do CD do Pablo. Na saída do estúdio, Murad teria perguntado com a cara mais cínica: “e aí, fui convincente? Consegui enganar algum trouxa?”. Teve língua que coçou pra responder, mas o sujeito só pensou: “doutor, o sinhô já é fêi, num inventi esse negóci de chorá, não.

Chora, Ricardo, chooooora. É sofrença demais, mizéra. Aliás, não chora não. Tu não é homem, pow? Homem não chora, segundo o filósofo Pablo do Arrocha.

 

 

 

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