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Dep. Rogério Cafeteria cobra de Andrea Murad os ataques que ela fez a colegas de parlamento

Deputado Rogério Cafeteria (PSC)

O deputado Rogério Cafeteira (PSC) subiu à tribuna da Assembleia Legislativa, na manhã desta terça-feira (07), para sair em defesa de colegas de parlamento atacados pela filha de Ricardo Murad. Por várias vezes, Andrea Murad (PMDB) tem se dirigido aos seus pares com ataques e dedo em riste, sem levar em conta o espírito de corpo da Casa. Trata os outros deputados como se ela fosse diferente. “Vocês isso, vocês aquilo”, é assim.

Nas duas últimas sessões, a Murad de saias apontou para o presidente da Assembleia, deputado Humberto Coutinho (PDT), suscitando que ele deveria ser investigado, um ato considerado hostil e deselegante. Do mesmo modo o fez contra o deputado Othelino Neto (PC do B), no que pareceu uma atitude despropositada e sem sentido da deputada, bem ao estilo tresloucado do seu genitor.

Na sessão desta terça, como sempre tem feito, por vezes esbaforida, Andrea subiu à tribuna, com voz enfarenta e discurso repetitivo, partiu para ataques contra o governo Flávio Dino e deixou o plenário antes que a sessão chegasse ao fim. Se tivesse esperado em plenário, teria ouvido o deputado Rogerio Cafeteira cobrar que ela declinasse a razão pela qual apontou o dedo para o presidente da Casa sugerindo que ele devesse ser investigado.

 

“Eu gostaria que a deputada Andrea Murad declinasse o motivo pelo qual ela acha que o presidente da Casa deve ser investigado. Também o deputado Othelino Neto, acho que ela deveria dizer que motivo ela acha que tem para que esses deputados sejam investigados”, desafiou Cafeteira.

Pena que a deputada não se encontrava mais em plenário. Costumeiramente, Andrea “dá o tapa e esconde a mão”. Parece até uma atitude de convardia. Por que a filha de Ricardo Murad parte para ataques e não permanece para ouvir a resposta dos colegas? Ou por que não aceita o desafio do colega de parlamento? Se existe algo que deva ser investigado, que ela diga. Não vale ficar fazendo esse joguinho para a plateia. E, pior, se esconder depois.

 

 

 

 

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