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Virando a página: Maranhão deixa pra trás caos em Pedrinhas e vira exemplo para outros estados

O país voltou a ser assombrado com mais uma carnificina em rebeliões.  A rebelião no Centro de Recuperação Regional de Altamira, município do sudoeste do Pará, deixou mais de 50 detentos mortos.

Até pouco tempo, atrocidades como essa eram comuns em nosso estado. Página que foi virada, graças aos investimentos do governador Flávio Dino (PCdoB) no sistema carcerário do Maranhão.

Recentemente o governador anunciou em redes sociais a disponibilização de agentes penitenciários para ajudar o estado do Pará a superar a crise do sistema penitenciário, que se instalou no estado., especialmente na região de Altamira.

“Atendendo a pedido do Ministério da Justiça, autorizei a cessão temporária de agentes penitenciários do Maranhão, para auxiliar no enfrentamento da grave crise na unidade penitenciária de Altamira, no Pará. Somos uma Federação e todos devem trabalhar juntos em favor do Brasil”, escreveu o governador

A atitude do governador poderia ser encarada como um simples gesto “camarada”, se não partisse de um estado que  era sinônimo de caos no sistema penitenciário. O Maranhão implantou uma política séria de ressocialização. Diferente do passado, quando aparecia em noticiários por conta de cabeças de detentos, hoje o estado é destaque pelos bons resultados na segurança pública e sistema penitenciário.

Os investimentos na escolaridade da população carcerária é um destes bons resultados. De 2014 a julho 2019, houve  aumento significativo de 471,9% no quantitativo de internos que estão em salas de aula. Em 2014, eram apenas 463 internos inseridos em atividades educacionais.

Atualmente, esse quantitativo é de 2.648 detentos. Os números mostram que a então incontrolável Pedrinhas virou sinônimo de boa gestão e ressocialização.

Radialista e Jornalista, Professor de Comunicação e Oratória, Locutor Publicitário e Apresentador de TV
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