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Vexame: Andrea Murad teima em candidatura e é humilhada na Assembleia

Adrea Murad - Submetida a humilhação pelo pai

Sabendo que perderia a eleição para a presidência da Assembleia Legislativa do Maranhão, a neo-deputada Andrea Murad (PMDB) insistiu em “disputar” o pleito contra Humberto Coutinho (PDT). Tudo para agradar o pai, o condenado pelo TCE, Ricardo Murad (PMDB).

Submetida a uma derrota humilhante, Andrea teve dois votos, conforme previsto, o dela e de Sousa Neto (PTN), seu cunhado. Ambos sequer puderam ser ouvidos durante a votação. Por alguma razão inexplicável, faltou microfone. Andrea, sentada ao lado de Humberto, rejeitou a sugestão de usar o microfone do colega para proferir o voto. Rasgou a goela e gritou: “eu voto em mim”. Na sua vez, Sousa Neto também precisou gritar para ser ouvido.

Antes da votação, a filha de Ricardo Murad fez um inflamado discurso, escrito por alguém de sua assessoria, acusando o governo de interferir na eleição da Assembleia impondo o nome de Humberto Coutinho. Durante a votação, o deputado Roberto Costa, companheiro de partido de Andrea, foi o único a dizer algumas palavras antes do voto. Saiu em defesa de Humberto no que parecia ser um puxão de orelha em “Dedeia Murad”.

Isolada e vendo os próprios companheiros de legenda declarando voto em Coutinho, a filha de Ricardo saiu da eleição rebaixada, humilhada, sem necessidade. Por mais que ela tente justificar sua candidatura, dizendo que fora um protesto, será apenas retórica.

 

 

 

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