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Suzuki: comprar ou não comprar. Eis a questão!

Vou pensar duas vezes antes de adquirir outra motocicleta da marca Suzuki. Não que as motos não sejam boas. São sim. Acho até que melhores que as da Honda, líder de mercado. O design, os opcionais a mais das Suzuki deixam as “motinhas” da Honda simplesmente “simples”.
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Mas não é só isso que é preciso para conquistar o coração do consumidor. A Honda tem a maior rede concessionárias, maior fatia de mercado, maior aceitação – o que facilita vender uma moto usada – e facilidade na reposição de peças. E é nesse ponto que reside a minha instisfação com a marca Suzuki.
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Após anos fiel à Honda, em 2007 resolvi comprar uma Suzuki Burgman 125 na concessionária Facury Motos. Uma scooter linda, de alta tecnologia, automática, partida elétrica, freio a disco, etc. Só que desde sempre a moto apresenta pequenos problemas, o que a faz voltar à concessionária vez por outra. Nada que tenha me tirado do sério, até que…
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…bem, até que um simples cabo de acelerador se rompeu. A moto já está parada na referida concessionária há mais de 30 dias, pois simplesmente não tem a peça em estoque e sempre há uma desculpa para o atraso no pedido da mesma.
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Gente, eu tô falando de um simples cabo de acelerador de uma moto 125 cilindradas que a gente vê em toda esquina. Imagina se fosse uma peça mais importante de uma moto de maior cilindrada que a gente não vê em qualquer esquina, tipo uma Hayabusa 1300cc.
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O funcionário teve a cara-de-pau de sugerir que fóssemos a Dalcar Motos (a outra concessionária da marca) pra ver se tinha a peça, comprar e trazer pra ele. Isso não seria nada demais, não é verdade? Seria sim. E por quê eles não fizeram isso então? Pura falta de respeito com o consumidor.
Outro fato que me lembro agora, foi quando pensei em vender a moto. Por questões óbvias, procurei a Facury. E o dono – isso mesmo, o dono, não um funcionário – disse-me, lembro muito bem, que ele “queria era vender moto, e não comprar”. Ora, se ele que vende a marca não teria interesse na própria marca, quem é que vai ter? Eu?
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Não que eu quisesse exatamente que ele comprasse a moto. Mas é natural que concessionárias recebam veiculos em consignação, principalmente de clientes. E achei descabida e desrespeitosa a forma como fui tratado.
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Analisando a situação, agora percebo que o que eles querem mesmo é “só vender”.
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Neste momento, antes de fazer esta publicação, tentei entrar em contato com a Facury, sem sucesso. Um dos telefones é de uma residência, os outros ou só chamam ou não existem. Os telefones estão publicados no sítio http://www.facurymotos.com.br/ e na Nota Fiscal deles.
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Liguei em seguida para a Dalcar Motos e pedi que rebocassem a moto para sua oficina, onde há a peça. Está agendada a retirada. Depois de tudo resolvido, vou vendê-la. Qualquer 4 mil leva uma bela scooter, super conservada e com apenas 6 mil Km rodados. E da próxima vez, eu mudo de marca…
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…ou de concessionária.
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Jeisael Marx
Consumidor
ACRESCENTANDO INFORMAÇÕES
A Dalcar Motos também não apareceu para rebocar a moto até sua oficina. E o pior é que nem deram uma satisfação. A Suzuki tá muito mal servida em São Luis.
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