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Por que o jornal O Estado do Maranhão mente?

Certa vez, um professor disse, em sala de aula na faculdade, que o “jornal” O Estado do Maranhão não nasceu para fazer jornalismo, mas sim para fazer política. E completou dizendo que, apesar disso, lá também se faz jornalismo. Conhecedor de causa que é, o nobre professor, que permanecerá no anonimato por questões óbvias, discorria sobre como o tal periódico é utilizado desde que nasceu como ferramenta política atendendo aos interesses de seus donos.

Em tempos de disputas eleitorais, o “jornal dos Sarney” sempre cumpriu o seu papel de atacar adversários, achincalhar e desmoralizar opositores, além de servir para dar suporte aos outros veículos do clã, usado como fundo de verdade. “Deu no jornal O Estado”, dizem os locutores da rádio de Roseana, como se isso bastasse para tornar verdade o que será divulgado em seguida.

É, mas os tempos mudaram. Dia após dia, o pasquim dos Sarney é desmentido. Não é mais como no tempo do “caso Reis Pacheco” (recomendo aos mais novos uma busca no Google com esse termo), quando Roseana Sarney 'venceu' a eleição em cima de uma farsa inventada contra Cafeteira que só foi revelada depois de liquidada a eleição, tarde demais. O pasquim tem contra si, nos dias de hoje, a velocidade da informação e da contra-informação. Suas mentiras logo são reveladas.

Mas, eles perderam a vergonha. Pegos com as calças nas mãos, insistem que vestidos estão. Nem se sabe mais o melhor termo para classificar o tipo de “jornalismo” praticado no pasquim: dissimulado ou descarado? A coisa é feita sem vergonha mesmo. Sempre que são pegos na mentira, continuam insistindo. Será que eles realmente acreditam no que escrevem? Aí, já seria caso de internação.

 

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