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Polícia fica 9 horas contando dinheiro na Operação Lava Jato – e não consegue terminar

SÃO PAULO – A nona fase da Operação Lava Jato, nomeada de “My Way”, impressiona pelo tamanho de esquema de corrupção que atinge a Petrobras. A Polícia Federal adiou para esta sexta-feira (6) o balanço da contagem de dinheiro apreendida na sede da empresa Arxo, em Itajaí, Santa Catarina.

A Polícia começou a contar o dinheiro na quinta-feira às 9h (horário de Brasília), mas o volume de dólares, euro e reais era tão grande que impediu que os números finais fossem conhecidos até o final do dia, após nove horas de contagem de dinheiro.

De acordo com balanço divulgado, foram apreendidos 500 relógios de luxo, além de grande volume de documentos nas empresas investigadas. A Arxo, que tinha negócios com a BR Distribuidora, é suspeita de estar envolvida em esquema de pagamento de propina. Foram presos um sócio e um diretor da Arxo.

Esse dinheiro é apenas uma pequena parte do que foi apreendido na 9ª operação da Lava Jato (Polícia Federal/ Paraná)

A operação

Na manhã de quinta-feira, cerca de 200 agentes federais e servidores da Receita Federal cumpriram 62 mandados judiciais em São Paulo, Santa Catarina, no Rio de Janeiro e na Bahia.

Ao todo, foram 18 mandados de condução coercitiva, um de prisão preventiva, três de prisão temporária e 40 de busca e apreensão.

Entre os investigados levados para prestar depoimento está o tesoureiro do PT, João Vaccari Neto. Segundo a PF. ele foi chamado a esclarecer denúncias de delatores, de que atuava na cobrança de propina e de doações legais para o partido.

Em nota divulgada no site do PT, Vaccari disse que todos os questionamentos dos delegados foram respondidos. “Todas as perguntas feitas pelo delegado foram esclarecidas. Respondi a tudo com transparência, lisura e total tranquilidade”, declarou.

Agência Brasil

 

 

Radialista e Jornalista, Professor de Comunicação e Oratória, Locutor Publicitário e Apresentador de TV
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