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Pesquisa Econométrica mostra Edivaldo na frente, na mesma semana em que Escutec vazou pesquisa com Braide em primeiro

Pesquisa Econométrica mostra Edivaldo na frente, na mesma semana em que Escutec vazou pesquisa com Braide em primeiro

E agora, qual é a pesquisa que está “certa”? Esta deve ser a pergunta que fazem os eleitores, pelo menos aqueles que, apesar das preferências, raciocinam sem muita paixão, pois os apaixonados por Braide preferem acreditar na Escutec, e os apaixonados por Edivaldo, na Econométrica.

De acordo com a pesquisa* divulgada nesta sexta-feira (14), Edivaldo lidera a corrida do segundo turno com 47,1% das intenções de voto e seria reeleito, contra 43% das intenções de voto em Eduardo Braide.

Especialmente depois que nenhum instituto acertou o resultado do primeiro turno em São Luís, os escaldados estão com medo de água fria. Afinal, quem vai vencer a disputa? Por favor, tragam-me uma bola de cristal. As pesquisas estão certas ou erradas? Não há verdade absoluta nos resultados desses levantamentos. As pesquisas são um retrato de um momento e de um local, não são exatas e trabalham com probabilidade, dentro de uma margem de erro. Portanto, podem errar, inclusive intencionalmente.

Mas, isso não significa que devamos ignorar os apontamentos, especialmente de institutos que têm um histórico de acertos ou de se aproximar o maximo possível do resultado da eleição. O grande mal é que as pesquisas se tornaram um forte instrumento nas campanhas eleitorais para “fabricar maiorias” e influenciar uma parcela do eleitorado. Quando não surte o efeito desejado, a pesquisa fracassa.

Há uma ciência envolvida nas pesquisas que permite apontar se determinado candidato ou administração está indo no caminho certo ou não. Alguns resultados ou tendências de momento, quando divulgados para o público, podem até ser alvos de crítica ou de descrédito, mas isso faz parte da política e pode ser também apenas a manisfetação de um desejo ou de paixões. Portanto, não seria melhor, então, deixar as pesquisas restritas aos comandos de campanha, para serem usadas internamente? Ao invés de servirem para tentar influenciar o eleitor? Fica o convite a umami reflexão.

 

*A pesquisa Econométrica foi contratada pelo Blog John Cutrim, está registrada no sistema PesqEle da Justiça Eleitoral, sob nº MA-08531/2016. Foram realizadas 1.002 entrevistas e a margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos com intervalo de confiança de 95%.

Assista o vídeo com este conteúdo, disponível tem em no You Tube:

 

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