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Perseguição ou “jornalismo”?

Quanto mais encurta o tempo que resta para as eleições, mais baixo chega o nível do “jornalismo” praticado pelo Jornal O Estado do Maranhão. Afasta-se da função de noticiar e analisar fatos para distorcê-los e, pior, criá-los para alcançar os intentos de dominação do grupo político do qual faz parte.

Há em curso uma campanha sistemática de ataques a membros da oposição, com foco especialmente no pré-candidato do PC do B ao governo, Flávio Dino. As “reportagens-bomba” criadas pelos jornalistas do pasquim dos Sarney servem para expor o nível de desespero diante da possibilidade real de derrota do grupo nas eleições deste ano.

Sem conseguir emplacar o “Luís de Roseana Sarney e Jorge Murad”, que patina nas pesquisas, apesar de grande campanha pelo interior do estado, utilizando indevidamente a estrutura do governo, o clã Sarney utiliza seu império de comunicação para tentar desconstruir a imagem de quem está na dianteira das pesquisas de intenção de voto.

Uma estratégia suja, que ultrapassa os limites da disputa democrática, um jogo de vale-tudo para tentar diminuir a grande desvantagem do já desgastado grupo frente ao eleitorado. Atingem a qualquer um que, de uma maneira ou de outra, tenha qualquer relação com a oposição. Medem os opositores com suas próprias réguas e imputam aos outros as práticas nefastas às quais estão acostumados.

Neste final de semana, o pasquim da família, o Jornal O Estado do Maranhão, mais uma vez tenta levantar suspeitas e acusações contra a gestão de Flávio Dino na Embratur. Cada farsa levantada por eles, tem sido desmontada. Entretanto, logo uma outra é criada, numa estratégia permanente de ataques coordenada e orientada por um conhecido (ex) secretário do mal, expert em maldades.

Utilizam o jornalismo para tentar dar um tom verdade à mentiras e invencionices criadas por uma equipe de marqueteiros. No último sábado (15), por exemplo, o jornal O Estado do Maranhão tenta atribuir irregularidades à gestão de Flávio Dino à frente da Embratur, fazendo referência a um contrato celebrado em 2009, quando ele ainda era deputado Federal, e, portanto não estava na gestão da Embratur.

Mas eles sabem disso. Assim também sabem que a Controladoria Geral da União atestou como regulares as contas de Dino. E mais, o pasquim dos Sarney ignorou o preceito básico do bom jornalismo e sequer deu ouvidos ao que teria a dizer a Embratur ou Flávio sobre o assunto. Mas, tudo bem. Isso que fazem não é jornalismo, é “jornalismo”.

 

Veja abaixo a nota de esclarecimento do PCdoB:

 

NOTA OFICIAL

Em razão de mais um ataque infundado do grupo Sarney contra o pré-candidato a governador Flávio Dino, temos a esclarecer:

1 – O desespero do grupo Sarney com o grande desgaste que experimentam e a iminente derrota eleitoral faz com que semanalmente eles inventem factóides para tentar atingir a honra de Flávio Dino. São ataques grosseiros, diários e mentirosos.

2 – Descumprindo todas as regras básicas do bom jornalismo, eles agora veiculam um ataque sem sequer terem ouvido a EMBRATUR ou Flávio Dino.

3 – Se tivessem procedido corretamente, saberiam que o contrato que eles vêem como irregular é de 2009, quando Flávio Dino era deputado federal, e não presidente da EMBRATUR.

4 – Os questionamentos da CGU ao contrato foram respondidos pela área de informática da EMBRATUR e serão encaminhados ao Tribunal de Contas da União, a quem cabe julgar a controvérsia.

5 – Na gestão de Flávio Dino, na verdade houve redução do valor do contrato e depois rescisão. Ou seja, o contrato nem existe mais.

6 – A CGU opinou que as contas de Flávio Dino são regulares, como consta claramente do relatório. Após o julgamento do Tribunal de Contas da União se houver ressarcimento ao Erário isso competirá à empresa.

7 – Lamentamos que interesses puramente eleitoreiros levem à tamanha distorção da verdade.

 

Etelvino Oliveira Nunes

Secretário Estadual do PCdoB – MA

 

Radialista e Jornalista, Professor de Comunicação e Oratória, Locutor Publicitário e Apresentador de TV
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