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Pacientes estão há dois meses sem receber alimento especial dado pela Prefeitura de São José de Ribamar

Os produtos são indicados para pessoas com problemas de saúde que passam por uma restrição alimentar.

Aos 78 anos, Antônia Pacheco Costa luta para sobreviver ao Alzheimer, diabetes e uma cirurgia feita recentemente devido a complicações na cabeça, e que acabou levando-a para a UTI de um hospital. O estado dela, apesar de estável, tem causado preocupação em Albina Costa de 57 anos, filha de Antônia, e responsável por tomar conta da mãe.

A angústia da filha não é só devido aos procedimentos médicos a que Antônia tem se submetido, mas também pelo medo de que a mãe fique sem ter o que comer. Isso porque, devido as suas complicações de saúde, Antônia precisa de um tipo especial de alimentação que era cedido pela Prefeitura de São José de Ribamar.

Nos últimos dois meses, porém, as duas caixas de nutrição enteral a que tinha direito, pararam de vir e Albina se viu obrigada a comprar por uma média de R$ 400,00 reais as duas caixas a que sua mãe precisa por mês. O alimento, somado às despesas com remédios e exames, pesam no bolso de Albina, que ainda tem outros gastos com a casa onde mora com a mãe no bairro Tropical no município de São José de Ribamar.

Na busca por explicações, Albina tentou entrar em contato inúmeras vezes com a prefeitura de São José de Ribamar e obter uma resposta, mas em nenhuma obteve uma devida explicação. Ela sequer era atendida. Ainda segundo Albina outras famílias do bairro também não estão recebendo o produto há mais ou menos o mesmo período que ela, e ninguém conseguiu qualquer informação sobre o que vem acontecendo.

Enquanto isso, ela e outras famílias que precisam do alimento, têm que tirar do próprio bolso para dar de comer a quem precisa desse tipo de nutrição.

Contato

A equipe deste blog entrou em contato com a Prefeitura de São José de Ribamar através de três número disponibilizados no seu site, mas não obteve sucesso em nenhum dos contatos. Dois dos números seriam da assessoria de comunicação do município e sequer funcionaram, o terceiro era da Secretaria Municipal de Saúde, mas ninguém atendeu.

 

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