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Os números não mentem: Sistema Penitenciário do MA melhorou

Penitenciária de Pedrinhas | imagem: Divulgação

A mídia sarneyzista está em festa, como pinto no lixo, com o episódio da madrugada do último domingo, quando 4 presos foram resgatados do CDP de Pedrinhas, numa ação que, para ter sucesso, contou com vexatória falha do sistema de segurança do Estado. É bem verdade, erro vergonhoso.

Não se pode, entretanto, admitir que tomem proveito de maneira vil e sem vergonha, como fazem os meios de comunicação ligados ao grupo Sarney, de um episódio isolado para macular a evolução em tão pouco tempo nos sistemas de Segurança e Penitenciário do Maranhão. Os acertos e pontos positivos superam sobremaneira os eventuais erros e falhas. E os dados estão aí para comprovar.

Comparativamente, no período de 1º janeiro a 7 de abril do ano de 2014, ainda sob comando do governo de Roseana Sarney, ocorreram 34 fugas de detentos, enquanto neste ano de 2015 foram apenas 19 fugitivos, aqui já incluídos, evidentemente, os 4 resgatados no último domingo. Vejam só as fugas caíram quase pela metade.

Quando se comparam os números de mortos dentro do sistema penitenciário nos mesmos períodos de 2014 e 2015, a redução é drástica. Enquanto no ano passado 13 detentos morreram dentro da cadeia, neste ano foram somente 4. De 1º de janeiro até 7 de abril de 2014, já havia morrido 3 vezes mais detentos. Aqui vale a velha frase clichê: contra dados não há argumentos.

Os números traduzem o trabalho realizado pela nova gestão do Sistema Penitenciário do Maranhão. Muitas mudanças já foram implementadas do “lado de dentro” da cadeia, algumas delas silenciosas, que não são percebidas aqui do “lado de fora”, mas que chegam em forma de resultado.

Como se pode, então, querer tripudiar em cima de um, um fato, e querer pôr a perder todo o trabalho que está sendo realizado? Por puro proselitismo político tentam negar uma visível evolução com resultados práticos. Os números estão aí para comprovar. Só não vê quem não quer. Ou até vê, mas prefere agir de má-fé.

 

 

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