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Ofício da Funai enviado à Justiça já alertava sobre armações de Uirauchene em Grajaú

sousa

Índio de araque ao lado de deputado sarneyzista.

O “índio” bandido Uirauchene, condenado há 14 anos e sete meses de prisão por extorsão mediante sequestro, pode ter cometido outros crimes. Um ofício enviado à Justiça em 2007 pelo administrador regional da  Fundação Nacional do Índio (Funai), em Imperatriz, solicita adoções de providências contra o falso indío que estaria promovendo badernas na região de Grajaú.

O documento afirma que Uirauchene estaria incentivando brigas entre indígenas, encorajando fechamento de estradas, e foi acusado também de retenção de funcionários e sequestros de veículos. O ofício diz que as ações do condenado estaria ficando insustentável e que o Ministério Público e a Justiça Federal já haviam reprovado tais ações:

 

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O servidor da FUNAI acusa Uirauchene também de incitar a criação de novas aldeias apenas para que pudesse ganhar o apoio dos pretensos caciques e assim se beneficiar junto às novas áreas indígenas.

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O falso índio foi condenado por liderar um bando que sequestrou e manteve em cárcere privado dois servidores da FUNASA. Além disso, o grupo reteve o veículo utilizado por eles, alegando uma dívida de 76 mil reais que a instituição teria com os índios. Uirauchene afirmou que só liberaria as vítimas após o repasse desse valor, uma espécie de cobrança de resgate.

Uirauchene liderou um grupo de índios que realizou protestos em São Luís e cobrava do governo do Estado o pagamento de supostos serviços de transporte de escolar indígena. O índio de araque teve grande apoio da mídia sarneysista na época com o objetivo de planejar artimanhas e armações contra o governo do Governo do Estado.

 

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