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O coitadismo de Wellington do Curso: incoerência e oportunismo

Wellington: coitadinho ou oportunista?

Wellington: coitadinho ou oportunista?

Não dá pra entender a postura dúbia do deputado Wellington do Curso. Hora ele quer se mostrar como o altivo, corajoso, tenaz e sagaz; hora como o coitadinho, vitima, sofredor, abandonado. Tudo ao sabor da situação, de acordo com aquilo que lhe aprouver, como ele acha que melhor saldo vai render diante da opinião pública.

Agora, por exemplo, posa de vítima por não constar na lista de pré-candidatos que orbitam o campo governista, divulgada pelo secretário Márcio Jerry. Ora, logo Wellington que vive a se gabar de ser “independente” e até justifica seu crescimento nas pesquisas ao fato de não ter ligação alguma com o governador Flávio Dino.

Parece que o forte do deputado não é a coerência. Quer ser tratado como aliado, mas ele mesmo nunca se comportou como tal. E faz questão de apregoar sua independência. Age com desinteligência ao “chorar a mágoa” de não ser incluído na lista de candidatos aliados ao governo; ou age de má fé mesmo, para tirar proveito na “situação de coitadinho”.

Não custa nada lembrar que Do Curso anda flertando com o grupo político de oposição ao governador, e nos bastidores já é tido como candidato do Grupo Sarney, com quem o deputado anda negociando. Também não custa nada dizer que Wellington tem sido aconselhado por sua equipe de marketing a “descolar” sua imagem da imagem do governo e do governador.

Ta vendo só. Realmente falta coerência e sobra oportunismo.

Wellington é vitima, sim. Vitima de si mesmo e de suas escolhas. Que seja também responsável por elas. Se lucro lhe derem, mérito seu; mas se prejuízo, que tenha a hombridade de assumir para si e não culpar terceiros.

A maior aposta desta eleição quem faz é Wellington. E, como empresário, o deputado ja deveria conhecer a regra de “quanto maior o risco, maior também pode ser o lucro ou o prejuízo”.

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