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Governo mantém segurança reforçada e investigações em São Luís

Resultados são fruto das ações estratégicas e policiamento reforçado na Grande Ilha. Foto: Nael Reis, Gilson Teixeira e Karlos Geromy

Com o final do primeiro turno das eleições de 2016, o Sistema de Segurança Pública do Governo do Maranhão já confirmou que manterá as atenções na identificação e prisão de envolvidos aos ataques criminosos contra ônibus e prédios públicos ocorridos nos últimos dias, além da prevenção a novos ataques. De acordo com o Secretário de Segurança Pública (SSP), Jefferson Portela, as ações integradas entre as Polícias Civil, Militar e Corpo de Bombeiros, e que contam com o apoio do Tribunal e Promotoria de Justiça e Guarda Municipal, irão incluir ações nas ruas e também no sistema prisional do estado.

“O que se encerra hoje é o processo eleitoral, mas a investigação não. Alguns criminosos ainda estão em liberdade. E esses, que determinaram ataques, queimaram ônibus, caminhões, que atiraram contra a polícia, tenho certeza que a busca policial só terminará quando cada um deles puder ser penalizado pelos ataques que atingiram a sociedade, que foi a principal prejudicada”, afirmou o secretário.

Sobre as intervenções em unidade prisionais, o secretário falou do combate a irregularidades e ao porte de bens e materiais ilícitos, como os celulares. “E inclusive há uma mudança de postura que esses criminosos têm em relação à Polícia, que é achar que estão livres para cometer crimes quando estão presos. Isto acabou e a polícia agora vai entrar sempre que entender necessário, tomando celulares ou qualquer objeto ilícito que esteja na posse deles”, detalhou.

Na “Operação Resposta”, deflagrada pelas secretarias de Administração Penitenciária (Seap) e Segurança Pública na última sexta-feira, 30, mais de 700 homens realizaram uma operação “pente fino”, que resultou na apreensão de 44 aparelhos celulares; 47 chips; 02 cartões de memória; e uma pequena porção de droga, semelhante à maconha.

O material apreendido foi encaminhado para do ao Instituto de Criminalista (Icrim), e será objeto de inquéritos lavrados pela Polícia Civil. Além disso, dos 35 detentos identificados por envolvimento nas ações criminosas nas ruas, 23 já foram transferidos para o Presídio Federal de Mossoró, no Rio Grande do Norte.

Nas ruas, os trabalhos da Polícia Militar do Maranhão irão se concentrar no reforço e distribuição estratégica do efetivo policial. “Nós não vamos baixar a guarda. Vamos implementar novos efetivos, novas estratégias, com uso da inteligência, fazendo o monitoramento dessas facções e tendo equipes táticas posicionadas em pontos estratégicos. Enfim, vamos fazer tudo que for necessário para nós neutralizarmos essa situação e prender todos esses criminosos”, declarou o comandante Geral da PMMA, Cel. Frederico Pereira.

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