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Governo anuncia reajuste salarial para as polícias Civil e Militar, Bombeiros e Agentes Penitenciários

Imagem ilustrativa

O governador Flávio Dino encaminhou Medida Provisória à Assembleia Legislativa para conceder aumento à todos os agentes de segurança do estado. Membros de carreira da Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Polícia Civil e Agentes Penitenciários receberão recomposição salarial a partir do próximo mês.

A tabela com os novos vencimentos das carreiras da Segurança Pública do Maranhão nasceu de proposta apresentada e discutida em reunião com entidades representativas dos policiais. O realinhamento salarial contempla reajustes de 23,8% a 88% considerando o acumulado até 2018. O impacto gerado pelos novos investimentos será superior a meio bilhão de reais ao longo dos próximos quatro anos.

A recomposição salarial para soldados e cabos da Polícia Militar será de 19,5%, de acordo com a tabela. Considerando o acumulado para os próximos 4 anos, os praças militares terão reajuste de 68,3%.

Servidores da Polícia Civil e Agentes Penitenciários terão reajuste de 5% no valor recebido atualmente, além de outros ganhos destinados à categoria, como aumento no adicional noturno no valor de R$ 125,00 – Antes os valores eram entre R$ 80 e R$ 103; gratificação por insalubridade terá aumento de R$ 100 a R$ 200 em relação à base anterior – que variava de R$ 64,23 a R$ 165,70; aumento integral de R$ 275,00 no auxílio-alimentação. Os valores pagos anteriormente variavam entre R$ 164,00 e R$ 294,00.

O realinhamento salarial garantirá que já no primeiro ano do governo Flávio Dino, servidores da Segurança Pública tenham aumentos superiores aos índices de inflação, garantindo impacto real nas finanças de 17.091 servidores ativos e inativos.

Num comparativo com a gestão anterior, enquanto o reajuste acumulado em 4 anos (2011 a 2014) no governo Roseana Sarney policiais militares e bombeiros foi de 33,5%, no governo atual, de acordo com a Medida Provisória e o planejamento para até 2018, o reajuste acumulado poderá chegar a 88%, maior que toda as gestões anteriores.

 

 

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