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Fundação de Sarney usada para acomodar “soldados” da oligarquia

Anna Graziella quer manter soldados no Convento

E não é que o Convento das Mercês estava servindo para abrigar alguns “soldados” do grupo Sarney. Gente que estava lá, lotado na Fundação do oligarca, recebendo salário pago com dinheiro repassado pelo estado, e sendo usada, inclusive, para atacar os adversários políticos em redes sociais na internet. Que ocupaçãozinha, hein? Tem até jornalista que, quem diria, fornece “mão de obra” para um site apócrifo que se destina a achincalhar o governador e seus apoiadores.

Os “soldados” estavam certos de que continuariam a palhaçada por acreditar estarem intocáveis, resguardados por uma lei estafúrdia do estado na gestão de Roseana que transformou o Convento em uma Fundação “pública”, mas sob comando eterno da família de Sarney. Calma, 'Bétchi'. A casa caiu, o sonho acabou! (Mais uma vez citando o filósofo Pablo do Arrocha)

Conforme já informamos aqui, o novo governo do estado tomou as rédeas e vai moralizar a coisa. Isso já começou e não vai parar. O governador Flávio Dino afirmou que está analisando a questão da Fundação da Memória Republicana Brasileira (FMRB). Para melhor uso do dinheiro público, acontecerão cortes de privilégios e desperdícios com servidores fantasmas.

A presidente da Fundação e ex-secretária de Roseana Sarney, Anna Graziella Neiva, encaminhou ao governador pedido de renomeação de 48 funcionários exonerados do museu do Sarney. Ora veja só. Servidores comissionados que recebem salários mantidos com recursos da Secretaria de Educação do Estado. De novo, calma 'Bétchi'. O custo dessa turma, que chega a ter salário de R$ 9 mil reais, é de mais de R$ 174 mil para os cofres do governo. Estudar, passar num concurso público e trabalhar ninguém quer, né? Quer é mamar nas tetas da “mamãe Maranhão”. Tá na hora de parar de comer lagosta, hein, camarão seco?

Veja a lista dos exonerados no blog de Jorge Vieira

 

 

 

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