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Jornal de Sarney distorce informações sobre contrato do Governo para empréstimo de aeronaves

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O jornal O Estado do Maranhão mais uma vez distorceu informações e criou factoides para atacar o governo Flávio Dino. Ferindo os princípios do bom jornalismo, o periódico deturpou informações sobre o contrato, que está em curso, do governo do Estado para aluguel de aeronaves.

Para tentar confundir seus leitores, o jornal usou o valor de R$ 13 milhões, contido na ata de registros de preços, como se fosse o valor total do contrato que o Estado pagaria pelo alugue das aeronaves.

O valor, no entanto, é apenas o montante contido no edital referente à máxima quantia que o governo pagará pelo contrato. Sendo de fato, o custo final, bem mais barato do que o apresentado no documento.

Se o jornal realmente queria reportar casos de desperdício de dinheiro público, deveria tê-lo feito durante o contrato realizado também para o aluguel de aeronaves durante a gestão da ex-governadora Roseana Sarney, uma das sócias de O Estado do Maranhão. Mesmo tendo praticamente a mesma base de valor e tendo a contratação final saído por R$ 6,8 milhões,  Roseana pagou valores fixos ao longo do ano para a empresa contratada, independentemente se foram realizados dois ou 30 voos no mês.

O contrato da ex-governadora, é bem diferente do atual,  que prevê o pagamento apenas das horas voadas, o que consequentemente gera economia aos cofres públicos.

Outro agravante é a constatação do uso indevido das aeronaves, contratadas na gestão de Roseana, nos últimos quatro anos. Segundo relatório da Secretaria de Estado de Transparência e Controle (STC) há indícios graves de que as aeronaves eram usadas para outros fins além do transportes de pacientes.

Essa farra com o dinheiro público está descartada com o novo edital. O transporte de autoridades da administração estadual será realizado pelas duas aeronaves, um jato e um avião de pequeno porte, que estão sendo licitadas pela Casa Civil, isto significa que diferente de anos anteriores não haverá gasto em outras secretarias para esse tipo de função.

 Além disso, o jato será pago apenas pelas horas em que for utilizado e o avião terá uma reserva de 30 horas mensais, com um banco de horas para que nos meses em que o tempo não for gasto integralmente ocorra a compensação em horas extras de outros meses.

 

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