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Enquanto o Rio fecha restaurantes populares, o Maranhão investe R$ 120 milhões em cozinhas comunitárias

Prestes a receber o principal evento esportivo do planeta – as Olimpíadas – o Rio de Janeiro é um exemplo claro de como a estagnação da economia tem prejudicado a prestação de serviços públicos à população. Por lá, de acordo com uma matéria do Estado de São Paulo, o Estado deve R$ 120 milhões para o programa Restaurante Cidadão, que oferece refeições a preços baixos para moradores de baixa renda. De acordo com a reportagem, os restaurantes estão funcionando atualmente de forma limitada e precária.

Esse cenário é semelhante ao de outros estados que também têm encontrado dificuldades em manter programas sociais, diante da queda na arrecadação e diminuição de repasses realizados pela União. Porém, mesmo em uma conjuntura pouco favorável, há bons exemplos de estados, que na contramão da crise, vêm ampliando investimentos dos programas sociais, e um deles é o Maranhão.

Por aqui, o governador Flávio Dino (PCdoB) através de uma gestão quem vem priorizando os investimentos e contendo gastos, está investindo cerca de R$ 22 milhões na construção de 30 cozinhas comunitárias nas cidades atendidas pelo Plano ‘Mais IDH’. Cenário bem diferente ao encarados pelos fluminenses e cariocas.

A medida visa reduzir o índice de insegurança alimentar no estado e estimular a agricultura familiar e o comércio regional. Cada cozinha terá capacidade para fornecer, gratuitamente, 500 refeições por dia, feitas a partir de ingredientes produzidos por pequenos agricultores.

A partir das novas cozinhas, o Governo do Maranhão poderá desenvolver um conjunto de ações voltadas para população carente em situação de insegurança alimentar. As ações terão como objetivo garantir alimentação saudável, promover educação alimentar e nutricional associada à prática de atividades físicas, capacitar o público na área de gastronomia e fortalecer a produção e comercialização da agricultura familiar local.

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