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Eduardo Cunha indica Lobão e Alberto Filho como testemunhas ao STF

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Estadão – O deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) indicou 13 parlamentares para deporem como testemunhas em uma ação penal que ele responde no Supremo Tribunal Federal. O caso tem a ver com o recebimento de propina pela venda de navios-sonda da Petrobrás.

Os parlamentares serão ouvidos a partir do dia 30 de agosto. Onze deles já confirmaram presença, entre eles o senador Edison Lobão (PMDB-MA) e os deputados do PMDB Hugo Motta (PB), Manoel Junior (PB), Fernando Jordão (RJ), Alberto Filho (MA), Flaviano Melo (AC), Pedro Chaves (GO), Saraiva Felipe (MG) e Washington Reis (RJ), além dos deputados do PROS Felipe Bornier (RJ) e do PHS Marcelo Aro (MG).

Como possuem mandato, eles têm a prerrogativa de combinar uma data para prestar depoimento. Relator do caso, o ministro Teori Zavascki  sugeriu que as oitivas ocorressem nos dias 30 e 31 de agosto e 1º de setembro deste ano.

Alguns deles sugeriram dias diferentes, alegando outros compromissos. É o caso de Lobão, que pediu para prestar depoimento no dia 4 de outubro. Os deputados Carlos Sampaio (PSDB-SP) e Mauro Lopes (PMDB-MG) ainda não responderam o ofício de Teori.

Ao todo, Cunha arrolou 29 testemunhas para o caso. Ele e a ex-deputada Solange Almeida (PMDB-RJ), atual prefeita de Rio Bonito, são acusados de usar o cargo para pressionar pelo recebimento de US$ 5 milhões em propina em contratos de navios-sonda da Petrobrás. Cunha responderá pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

O deputado afastado também é réu em outra ação penal, sobre as contas secretas na Suíça, e responde a pelo menos outros seis inquéritos no STF.

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