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Com Flávio Dino, Maranhão deu fim às indicações políticas para diretores escolares

 

Em entrevista no último sábado (20), na Globo News, a cientista política Tábata Amaral, alertou para um grave entrave que afeta diretamente os indicadores educacionais no Brasil: 75% dos municípios do país ainda escolhem diretores escolares por indicação política. Felizmente, há mais de 3 anos esse não é o caso do Maranhão.

Após sua posse, no dia 1º de janeiro de 2015, o governador Flávio Dino (PcdoB) assinou o Decreto 30.619, autorizando processo para eleição direta dos diretores das escolas maranhenses. Com o decreto, o Maranhão passou a ser o primeiro estado a ter as eleições diretas para diretores instituída por lei.

Formada na Universidade de Harvard (EUA), e com pesquisa sobre a educação pública brasileira, Tábata Amaral constatou que em muitas cidades do país a interferência direta da política na vida escolar tem amplo efeito negativo, afetando, por exemplo, números como o do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).

Para Flávio Dino, a eleição direta para diretor de escola priorizou a valorização dos professores e a gestão escolar. “Com as eleições nas escolas, o governo abriu mão de um poder e colocou-o nas mãos da comunidade. Estamos partilhando o poder para exercê-lo melhor. Queremos que eles sejam líderes de um novo momento na educação maranhense”, frisou o governador.

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