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COAF detectou transação de R$ 123 mil de Edilázio Júnior para Nelma Sarney

Movimentações financeiras atípicas que totalizam R$ 6 milhões e foram identificada pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF), deixaram o deputado estadual Edilázio Júnior (PV) em maus lençóis e na mira do Ministério Público.

De acordo com o COAF, órgão ligado ao Ministério da Fazenda, Edilázio fez transações bancárias com três empresas e dez pessoas, entre elas Nelma Sarney. As movimentações financeiras fizeram com que o Ministério Público Federal e o Ministério Público Estadual instaurassem procedimentos para apurar as ocorrências de movimentações financeiras suspeitas de Edilázio Júnior, entre elas um depósito em dinheiro de R$ 123 mil na conta da sogra e desembargadora Nelma Sarney.

De acordo com o blog O Informante, tanto Nelma Sarney quanto Edilázio Júnior puseram a culpa pelo depósito em Raimunda Célia Moraes, ex-gerente do Bradesco, acusada de agiotagem, estelionato e apropriação indébita contra clientes do banco, e que havia sido gerente da conta dos dois.

As investigações envolvendo Edilázio e Nelma criou uma crise entre o Ministério Público e a Justiça Estadual, ao negar que o MP pedido de quebra de sigilo bancário da desembargadora.

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