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Até tu, Dilma? Campanha da presidente do Brasil teria recebido US$ 300 mil de esquema de corrupção

Dilma, governanta do Brasil

O caixa da campanha de 2010 da presidente Dilma Rousseff também recebeu dinheiro do esquema de corrupção investigado na Operação Lva Jato. A informação foi prestada no depoimento de Pedro Barusco, que fechou acordo de delação premiada.

Barusco, ex-gerente executivo da Diretoria de Serviços da Petrobrás, disse à CPI na Câmara dos Deputados nesta terça-feira (10) que fez acerto diretamente com o tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, a fim de abastecer caixa 2 da campanha presidencial da governanta do Brasil, quando ela foi eleita pela primeira vez.

O pagamento de US$ 300 mil para engordar o caixa de campanha da petista foi feito diretamente por Barusco a João Vaccari. O dinheiro, segundo contou o delator à Polícia Federal em 21 de novembro de 2014, teria sido arrecadado da empresa SBM Offshore por solicitação do ex-diretor de Serviços da Petrobrás Renato Duque, a mando de Barusco.

Pedro Barusco

No depoimento à CPI, o ex-gerente disse que “foi solicitado à SBM um patrocínio de campanha, só que não foi dado por eles (empresa) diretamente. Eu recebi e repassei (o dinheiro) num acerto de contas em outro recebimento”.

Aos parlamentares, Barusco reafirmou que eram cobrados 2% de propina em cima dos contratos firmados com a Diretoria de Abastecimento. Segundo o ex-gerente, 1% era gerenciado pelo ex-diretor Paulo Roberto Costa e o outro 1% era dividido entre o PT, por meio de Vaccari, e 0,5% iam para a “Casa”, que Barusco explicou ser ele e Renato Duque.

Com informações do Estadão

 

 

Radialista e Jornalista, Professor de Comunicação e Oratória, Locutor Publicitário e Apresentador de TV
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