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Andrea Murad submetida a constrangimento pelo pai

Tutelada pelo pai Ricardo, a deputada eleita Andrea Murad (PMDB) deve sair candidata à presidência da Assembleia Legislativa do Maranhão. Candidatura avulsa, pois, diante do quadro deste momento, nem conseguir formar chapa ela vai. Na verdade, Andrea deve ter apenas dois votos, o dela e o de Souza Neto (PTN), ambos eleitos pelo vigor e “saúde” do ex-secretário Ricardo Murad.

É legítima a candidatura de Andrea, mas, é uma burrice do ponto de vista político. Desde sempre, especialmente depois que seu grupo perdeu as eleições, Ricardo Murad faz política com o fígado. Passa o dia todo vomitando suas asneiras em rede social. E nem mais no seio do seu grupo é tolerado. Sua ideia de oposição é uma piada. Deveria pelo menos pensar na filha. Forçar a candidatura de Andreia por birra é expô-la a um constragimento desnecessário.

As articulações para as eleições da mesa diretora da Assembleia mostram que Humberto Coutinho (PDT) deve ser eleito no dia 1º de fevereiro com votos até de deputados da bancada oposicionista. Outros deputados do partido de Ricardo, o PMDB, vão votar em Coutinho, que, de forma agregadora, conseguiu aglutinar apoio de forma massante.

Sendo assim, a atitude de Ricardo Murad vai de encontro ao comando do seu Partido e, além de causar um embaraçoso início para sua filha, vai expor o seu grupo a uma derrota. Ao contrário do que possa pensar o ex-secretário, não há grandeza nessa atitude. Murad se torna pequeno e demonstra sua mesquinhez e egoísmo. Cego pelo ódio, sacrifica sua própria filha para satisfazer um desejo só seu.

 

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