Polícia prende caseira suspeita de participar de chacina em Panaquatira

Josiane Aires é acusada de formação de quadrilha.
Josiane Aires é acusada de formação de quadrilha.

A caseira Josiane Aires, 26 anos, foi presa na tarde desta quinta-feira (28) suspeita de ser informante da quadrilha responsável pela chacina em uma casa de praia em Panaquatira. Somente nesta quinta-feira, três pessoas foram presas suspeitas de participaçao no crime. Entre elas está José Luís, que é companheiro de Josiane.

A polícia já solicitou à Justiça a prisão de oitos envolvidos no tiroteio que resultou na morte do policial militar Max Miller Rodrigues Carvalho, de 27 anos; do promotor de eventos Alexsandro Vieira de Carvalho, o Cachorrão, de 36 anos; e da estudante Amanda Brasil Meireles. de 20 anos. Valbenilson Santos Lobato, o Pezão, um dos assaltantes, foi morto após ser baleado pelo militar durante a ação criminosa.

Após o episódios, outro criminoso foi morto. Jozinaldo Aires da Costa, o Nal da Panaquatira, morreu em confronto com a polícia na Vila Alcione, São José de Ribamar.

A terceira prisão realizada foi de Laurineide Rocha da Paixão, de 31 anos, que seria companheira de Clemilson de Almeida, de 26 anos, o “Bode”, que está foragido. Ele seria um dos criminosos que participaram da chacina. A esposa dele foi detida com uma câmera roubada durante assalto a uma casa antes da que ocorreu o tiroteio. Ela foi capturada por receptação de material roubado.

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Em depoimento, ex-prefeito de Zé Doca nega envolvimento com agiotagem

Ex-prefeito de Zé Doca,Raimundo Nonato Sampaio, presta depoimento sobre envolvimento com agiotagem.
Ex-prefeito de Zé Doca Raimundo Nonato Sampaio presta depoimento sobre envolvimento com agiotagem.

Suspeito de participar do esquema de agiotagem que atuava em diversos municípios e teria desviado milhões dos cofres públicos, o ex-prefeito do município de Zé Doca, Raimundo Nonato Sampaio negou envolvimento com o grupo comandado pelo empresário Glaúcio Alencar.

Em depoimento realizado na manhã desta quarta-feira (27), o ex-gestor afirmou que recebeu apenas ajuda de Gláucio Alencar para a sua campanha eleitoral em 2008. Segundo Raimundo, o empresário teria lhe repassado R$ 100 mil para a campanha. Desse total, R$ 50 mil seriam a título de empréstimo e o restante como ajuda de campanha, a ser paga com o fornecimento de merenda escolar para o município.

Ainda no depoimento, o ex-prefeito afirmou que chegou a celebrar um contrato com uma empresa do agiota para fornecimento de merenda escolar por um período de pouco mais de um ano. Porém, de acordo com o ex-gestor, o contrato logo seria cancelado, já que o lanche servido pela empresa era de péssima qualidade. Raimundo Nonato conta que recebeu ameaças de morte após rescindir o contrato com a empresa de Gláucio Alencar.

De acordo com Simone Valadares, responsável pela promotoria onde o ex-prefeito prestou depoimento, desde abril de 2012, já foram propostas 25 ações cíveis e criminais somente contra Raimundo Nonato Sampaio. Diversos outros procedimentos administrativos e inquéritos civis sobre desvios de verbas do erário por agentes públicos continuam em tramitação na promotoria.

 

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Quatorze dos dezoito deputados federais maranhenses votaram a favor do financiamento privado de campanha

Maioria dos deputados federais maranhenses votaram a favor do financiamento privado de campanha.
Maioria dos deputados federais maranhenses votaram a favor do financiamento privado de campanha.

Aprovada última quarta-feira (27) na Câmara Federal, a proposta que inclui na Constituição Federal o financiamento privado de campanha recebeu o voto a favor de quatorze dos dezoito deputados federais maranhenses que compõem o plenário.

Quatro desses deputados mudaram seu parecer em relação a primeira votação, realizada na terça-feira, onde a proposta foi rejeitada. Sarney Filho (PV), Cleber Verde (PRB), Victor Mendes (PV) e Aluísio Mendes (PSDC) que haviam votado contra a proposta na terça, votaram a favor na segunda votação.

Os únicos deputados que mantiveram seus votos contra a proposta nos dois turnos foram Rubens Júnior (PC do B), Weverton Rocha (PDT), Eliziane Gama (PPS) e Zé Carlos da Caixa (PT).

Já André Fufuca (PEN), Júnior Marreca (PEN), Alberto Filho (PMDB), Hildon Rocha (PMDB), João Marcelo (PMDB), Waldir Maranhão (PP), Juscelino Filho (PRP), José Reinaldo Tavares (PSB), João Castelo (PSDB) e Pedro Fernandes (PTB), votaram a favor do financiamento privado nas duas votações.

A proposta polêmica que prevê a permissão de que empresas privadas realizem doações a partidos políticos, foi defendida pelo presidente da Câmara Eduardo Cunha, que não satisfeito com o resultado da primeira votação, colocou novamente a proposta em pauta. Com a aprovação, a proposta seguirá agora para uma nova votação antes de seguir para o Senado.

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Cemar receberia R$ 25 milhões para pagar 1/3 do valor das contas do Viva Luz

Cemar, dirigida por familiares de Roseana Sarney, era a maior beneficiada com o programa Viva Luz.
Cemar, dirigida por familiares de Roseana Sarney, era a maior beneficiada com o programa Viva Luz.

Blog Marrapá – O lucro da Cemar (Companhia Energética do Maranhão) com o Viva Luz era maior do que se imaginava. De acordo com o programa criado pela então governadora Roseana Sarney, a empresa era responsável pelo pagamento de apenas 35% do valor das contas do beneficiados. Os 65% restantes eram pagos pelo governo federal, por meio da Tarifa Social de Energia Elétrica (TSEE).

Em 2015 a Cemar receberia R$ 25 milhões para pagar um 1/3 do valor das contas de energia de 30 mil famílias que consumissem até 50 kwr. O acordo foi fechado em 2014, pouco antes de Roseana renunciar. O programa seria dirigido pelo irmão bastardo da governadora, José Jorge Leite Soares, que entre outras funções na família ocupou a presidência do Instituo Mirante, suspeito de desviar recursos da Eletronorte.

Mas o governo Flávio Dino acabou com a farra. Extinguiu o programa, garantiu que todos os beneficiários fossem contemplados com o pagamento da conta de energia elétrica por meio da TSEE, redirecionou os recursos para a manutenção do Mais Bolsa Família, que atenderá 1,2 milhão de estudantes, e revelou um esquema das arábias.

A Cemar cobra do consumidor R$ 13 por 50 kwr (R$ 0,52 por kwh). Pelo Viva Luz, a empresa pagaria, por cada família beneficiada no programa, R$ 4,55 (35%) e o governo federal R$ 8,45 (65%). Se multiplicarmos R$ 4,55 (valor pago por família beneficiada) por 30.000 (número de famílias beneficiadas) chegaremos ao valor mensal de R$ 136.500 e anual de R$ 1.638.000.

Em suma: o contribuinte maranhense pagaria R$ 25 milhões para a Cemar pagar a si própria R$ 1,6 milhão. Nem o gênio da lâmpada poderia conceder um negócio melhor.

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