Empresário ligado ao esquema de Lidiane Leite também gosta de ostentar

Marrapá – À frente das empresas investigadas no esquema de desvio de recursos no empresário Bom Jardim, o empresário José Francinete Bento Luna vive como um bom vivant.

Didi, como é conhecido o dono da Dmais Construções e sócio oculto da Ecolimp Saneamento e Serviços mostra em suas redes sociais proximidade com autoridades, blogueiros e empresários locais.

Ele também não esconde as relações quase que umbilicais com políticos como o senador Roberto Rocha, o suplente de deputado Luciano Genésio, o sibilino vereador Fábio Câmara, o empresário e parlamentar Wellington do Curso e o ex-deputado Arnaldo Melo.

Um dos mais próximos do Didi, no entanto, é o deputado federal André Fufuca, o Fufuquinha, que atualmente é subrelator da CPI no BNDES na Câmara Federal.

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Nas redes, o “empresário ostentação” também gosta de exibir fotos de jantares de luxo, festas nababescas, viagens, bens materiais e tudo que o dinheiro pode lhe proporcionar.

José Francinete Bento Luna é investigado por irregularidades em contratos com prefeituras do interior.

Só em Bom Jardim, as suspeitas de desvios de recursos públicos em conluio com a prefeita ostentação, Lidiane Leite, chegam ao montante de R$ 3,1 milhões.

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TCE desaprova contas de quatro prefeitos e dois ex-prefeitos

O Tribunal de Contas do Estado, em sessão plenária desta quarta-feira (02), emitiu parecer prévio pela desaprovação das contas dos prefeitos de Porto Rico do Maranhão, Celson Mendes,  relativas ao exercício financeiro de 2008; de Lagoa Grande do Maranhão, Jorge Eduardo Gonçalves de Melo (2009), Primeira Cruz, Sérgio Bogea (2010), e Amarante do Maranhão, Adriana Luriko Ribeiro (2009) ; e do ex-prefeito de Graça Aranha, Edivânio Nunes Pessoa (2010).

Ao ex-prefeito de Graça Aranha, Edivânio Nunes Pessoa, foram imputadas multas de R$ 53.945,00 pelo conjunto de irregularidades verificadas pela equipe técnica do tribunal na prestação de contas; 38.520.00, equivalente a 30% dos seus vencimentos anuais, e R$ 3.600,00 pelo envio intempestivo ao TCE dos relatórios de execução orçamentária. Já ao prefeito de Primeira Cruz, Sérgio Bogéa, foram aplicadas as multas nos valores de R$ 230.000,00 pelo conjunto de irregularidades detectadas na tomada de contas, e de R$ 16.200,00, referente a 30% dos seus vencimentos anuais.

Por conta de um convênio firmado entre a secretaria de Estado da Saúde e o município de Timon, em 2006, a ex-titular da pasta, Maria Helena Duailibe, e a ex-prefeita Socorro Waquim, tiveram a prestação de contas especial julgada irregular. Ambas as gestoras foram condenadas, solidariamente, ao pagamento do débito de R$ 178.955,00, a ser recolhido ao erário municipal. Também foi aplicada, solidariamente, a multa de R$ 35.971,00, correspondente a 20% do valor atualizado do dano causado ao erário.

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Piloto da PMR confirma que fez várias viagens com Andréa Murad durante campanha eleitoral

Andréa Murad desembarcando em São João dos Patos com voo bancado pela secretaria de Saúde.
Andréa Murad desembarcando em São João dos Patos com voo bancado pela secretaria de Saúde.

Raimundo Garrone – O  depoimento do piloto da PMR, Isaac Barreto de Andrade, confirmou que o helicóptero contratado pela Secretaria de Estado da Saúde na gestão Ricardo Murad foi utilizado para fazer campanha política e uso pessoal da família do ex-secretário.

Isaac Barreto disse com todas as letras à comissão instaurada pela Secretaria de Estado de Transparência e Controle para investigar os contratos com a PMR e o uso dos helicópteros, que transportou a filha de Ricardo, Andréa Murad, para várias cidades do interior do Maranhão, “pois na época ela estava em campanha eleitoral”.

E que em setembro de 2014 foi o mês que mais realizou voos, tendo a deputada como passageira.

Neste período foram realizados 21 voos, sendo 12 para a cidade de Coroatá, o reduto eleitoral da família Murad, com pousos em um terreno privado ao lado da residência do ex-secretário.

Além da filha, o helicóptero também serviu a esposa de Ricardo Murad, a prefeita de Coroatá, Tereza Murad, nos seus deslocamentos entre a capital e o município que administra.

Contratados por R$ 4..421.000,00 os dois helicópteros seriam para operações de serviço de saúde, fiscalização de obras dos hospitais e UPAS e transporte de enfermos em situação de urgência e emergência, mas não há registros de viagens para fiscalizações dessas obras e o transporte de enfermos foi feito em sua grande maioria pelo Grupo Tático Aéreo.

De acordo com a Central de Regulação da SES em 2014 apenas 36 pacientes foram assistidos pelas aeronaves da PMR, enquanto o GTA prestou 68 voos com serviços aeromédicos.

Ou seja: a PMR recebia, mas quem prestava o serviço era o GTA !

Tudo parte de um esquema, segundo a Secretaria de Transparência e Controle, para financiar as campanhas dos candidatos a deputados estaduais, Andréa Murad e Sousa Neto, filha e genro de Ricardo Murad.

Com a utilização do helicóptero do GTA, a PMR que recebia R$ 411 mil mensais independente das horas voadas, aumentou seus lucros e com eles fez doações para as campanhas da dupla familiar, R$ 110 mil para cada um.

Esse dinheiro saiu da Secretaria de Saúde que pagou a PMR no dia 31 de julho, e em apenas sete dias transitou pela disponibilidade do diretor Cristiano Lindiner Ribas para ser aplicado na empresa C.C. Pavimentadora Ltda., da qual era sócio, para em seguida ser direcionado para as contas de campanha dos então candidatos, exatamente no dia 7 de agosto.

Cópias do relatório foram enviadas para o Ministério Público, Tribunal de Contas e Polícia Civil.

Resta saber se vai dar cadeia ou se a turma vai sair voando!

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Deputado federal compara Maranhão e Santa Catarina para defender separação da região Sul

O deputado federal Sem títulocatarinense Valdir Colatto (PMDB-SC) causou polêmica ao compartilhar em seu perfil no Facebook uma imagem em que defende a separação da região Sul – composta pelos estados de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul -, do restante do Brasil. A ilustração, que faz alusão ainda ao movimento “O Sul é o Meus País”, compara os estados do Maranhão e Santa Catarina, de acordo com o que arrecadam em impostos e o que é repassado pela União.

Segundo a ilustração, mesmo o estado de Santa Catarina possuindo a mesma proporção de população do Maranhão e arrecadando mais impostos, o governo catarinense recebe menos da União, o que geraria um prejuízo aos cofres públicos do estado.

A publicação repercutiu nas redes sociais, e até o final da tarde desta quarta-feira (2), já havia recebido mais de trezentas curtidas e duzentos e trinta compartilhamento. Nos comentários, muitos internautas apoiaram a publicação do parlamentar. Outros, porém, criticavam a postura do deputado, afirmando que ele estaria cometendo um crime, ao incitar a separação da região.

Tentar desmembrar parte do território nacional para constituir país independente é crime previsto na Lei Nº 7.170 com pena de reclusão de 4 a 12 anos.

Moção de repúdio 

Com a repercussão da publicação, a Assembleia Legislativa do Maranhão aprovou nesta quarta-feira (2), por unanimidade,  moção de repúdio ao deputado federal Valdir Colatto. O documento, de autoria do deputado Edilázio Júnior (PV), foi subscrito por todos os deputados que estavam presentes na sessão e será encaminhado para o presidente da Câmara Federal, deputado Eduardo Cunha (PMDB) e para todos os membros da bancada maranhense na Casa.

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